Displasia coxofemoral

Rev. Abril de 2014

Severe Hip Dysplasia

Severe Hip Dysplasia

Excellent Hips

A displasia coxofemoral, uma combinação de frouxidão e degeneração da articulação do quadril, é uma doença multifatorial que surge de uma combinação de fatores genéticos e ambientais. A doença necessita de predisposição genética, mas fatores ambientais incluindo nível e tipo de atividade física, nutrição, e esterilização sexual influenciam no desenvolvimento e progressão da doença. Ter displasia coxofemoral é um fator de risco para também ter displasia de cotovelo; quanto mais grave a condição, maior o risco.

Alguns cães afetados irão mostrar poucos ou nenhuns sinais de claudicação, enquanto outros serão severamente afetados, até mesmo em uma idade precoce. Algumas vezes cirurgia ortopédica pode aliviar os sintomas, mas os procedimentos são caros.

Cães displásicos podem ser produzidos a partir de várias gerações de cães que tenham sido avaliados e que sejam livres de displasia. Portanto é necessário revisar o status do quadril também de parentes colaterais (aqueles próximos, mas não aparecendo em um pedigree padrão) para determinar o nível de risco genético presente em um dado cão.

Pode ser difícil de conseguir uma história familiar acurada, particularmente nos Estados Unidos onde o registro aberto de resultados coxofemorais não é exigido. Além disto, a maioria dos filhotes vendidos para lares de não criadores não terão seus resultados de quadril determinados. Todos Pastores Australianos utilizados para reprodução devem ter suas articulações coxofemorais avaliadas. Quando um criador descobre que ele produziu um cão displásico, ele deve deixar esta informação disponível de maneira aberta, postando esta informação em seu website, ou submetendo um registro ao Banco Aberto de Dados sobre Saúde – ASHGI´s IDASH.

Traduzido de Fabiana Michelsen de Andrade